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Suas vacas têm o que comer?

Ideal, nesta época de seca, é garantir o fornecimento de uma dieta nutritiva sem gastar muito

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Por Fernanda Yoneya

Com a entrada do inverno e o pasto rareando nas propriedades leiteiras, o produtor tarimbado já sabe com o que vai poder contar para a alimentação do rebanho. Ideal, nesta época, é garantir o fornecimento de uma dieta nutritiva aos animais sem gastar muito. Na Fazenda Fundanga, em Aimorés, Minas Gerais, o produtor de leite Lúcio Antonio Oliveira Cunha conta que, na época da seca, alguns pecuaristas de sua região trabalham, além da pastagem irrigada, com suplementação volumosa com silagem de cana e silagem de milho. “Nesse caso, priorizamos a pastagem produzida para as vacas em lactação e suplementamos as demais categorias. Mas todas as categorias, a princípio, têm acesso ao pasto irrigado e recebem a forragem suplementar somente para completar a demanda por volumosos”, explica Cunha. “Em relação às dietas, fazemos os devidos ajustes para cada categoria de acordo com sua demanda e composição do volumoso fornecido.”

A prioridade dos animais mais produtivos – de 17 a 20 litros/dia – na pastagem irrigada se justifica, segundo Cunha, por causa do melhor valor bromatológico do pasto em relação às demais opções forrageiras. “Assim, a dieta desses animais fica mais competitiva”.

Em relação ao custo final da dieta, Cunha diz que, em termos de competitividade, a pastagem irrigada, para vacas de média produção, é a mais interessante. Em seguida, ele cita a suplementação com silagem de cana, em razão do baixo custo da matéria seca da silagem da gramínea. Por último vem a silagem de milho, que, além do custo elevado, na região precisa de irrigação, o que praticamente dobra seu preço em comparação às regiões que conseguem produzi-la em sequeiro.

Segundo Cunha, um dos critérios que os produtores consideram é o teor de proteína e de energia de cada volumoso. A silagem de milho, por exemplo, tem 9% de proteína e 67% de energia; a silagem de sorgo, 10% de proteína e 60% de energia; a cana, 2% de proteína e 60% de energia.

“Para as categorias que consomem somente pastagem extensiva nesse período, como o capim amadurece, ele perde qualidade. E isso eleva a demanda de proteína e minerais, que precisa ser ajustada no concentrado fornecido. Assim, conseguimos manter um desempenho satisfatório. Isso é mais usado para animais jovens e vacas solteiras. Mesmo assim, eles recebem suplementação volumosa também”, explica Cunha.

O produtor possui 11,5 hectares de pasto irrigado, entre mombaça, jiggs e braquiária. Segundo ele, o mombaça, em relação à braquiária, tem como vantagens o melhor valor nutritivo e a maior resistência a pragas e ao excesso de umidade. Engenheiro agrônomo, Cunha tem experiência no acompanhamento técnico de outros produtores de leite, principalmente de Minas Gerais e do Espírito Santo. Ele afirma que resultados de análises bromatológicas constataram que, enquanto o mombaça tem, em média, 16% de proteína, a braquiária tem de 12% a 14%. “Mas já há informações de que o mombaça alcance até 20% de proteína.”

A Fundanga tem área total de 125 hectares e Cunha mantém rebanho de 85 fêmeas adultas e 40 fêmeas jovens. O plantel é da raça jersolando. A média da produção de leite é de 1.200 litros por dia.

Sobressemeadura

Prática comum na região da Fundanga, em locais onde o inverno é mais rigoroso, é a sobressemeadura de aveia preta e azevém nos piquetes. “Isso possibilita produzirmos pastagem mesmo em invernos mais frios, quando a produção da pastagem tropical fica comprometida”, afirma Cunha.

A técnica consiste em, na entrada do inverno, entre abril e maio, semear o azevém na dosagem de 50 quilos por hectare e a aveia na dosagem de 100 quilos por hectare no piquete antes de o gado entrar. Quando o gado faz o pastejo, ele pisoteia a semente e faz a incorporação na área. Logo em seguida, se for mombaça (capim de porte alto), é feita a roçada a uma altura de 20 centímetros do chão. Se for capim de porte baixo (tifon, por exemplo), a roçada é feita na altura de 10 a 15 centímetros do chão.

Essa semente germina ao longo do período de descanso da pastagem e, já na próxima rodada, a planta começa a ser pastejada. Nesse período mais frio do ano, como essas plantas de clima temperado vegetam bem, o gado tem essa suplementação dentro do próprio piquete. “Essas plantas de clima temperado têm um potencial de produção de certa forma limitado, mas que no inverno é competitivo. Permite 5 UA por hectare, com 20% a 25% de proteína. Fica uma dieta muito mais barata, porque a demanda por proteína fica muito menor. A qualidade da dieta fica muito boa e essa forragem dura todo o inverno”, diz Cunha.

Conforme a região e a disponibilidade do produto, os cereais de inverno – aveia preta, aveia branca e cevada –, cuja época de plantio se estende até maio, podem compor a dieta durante a seca. O cereal pode ser fornecido in natura, inteiro ou triturado, direto no cocho.

No caso da aveia, ela possibilita uma boa cobertura do solo e pode ser usada como forrageira. O triticale, cereal rústico, compõe a dieta animal na forma de forragem verde, feno, silagem de planta inteira ou de grão úmido ou grãos secos para rações. Já a cevada pode ser oferecida na forma de grãos ou como forragem. No entanto, segundo dados da Embrapa Gado de Leite, a maior limitação da cevada úmida é a energia, especialmente para vacas de alta produção de leite (acima de 25 kg/dia). Para vacas com produção abaixo de 20 kg de leite/dia, a cevada úmida pode ser uma boa alternativa, dependendo de seu preço e da disponibilidade.

Confira como “fechar” uma boa dieta neste link.

*Matéria originalmente publicada na edição 91 da Mundo do Leite.

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