Touros avaliados encabeçam as vendas do Leilão Aliança

De acordo com informações do Banco de Dados da DBO, foi a segunda maior oferta da categoria no ano

A Agropecuária Rodrigues da Cunha promoveu em 8 de setembro no tatersal da Fazenda Tamboril, em Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, mais uma edição do “Leilão Aliança”.

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Com a presença de pecuaristas e convidados de todo o estado, o criador Antônio Ronaldo Rodrigues da Cunha ofertou touros melhoradores da raça Nelore e prontos para o trabalho em campo, aspados e mochos; 100% dos lotes individuais, baterias ou megalotes (30 animais) saíram com média DECA 1 no PMGZ, da ABCZ.

A movimentação financeira da tarde registrou total liquidez com a venda de 1.000 animais, à média de R$ 10.700 – valor equivalente a [email protected] de boi gordo para pagamento à vista em Cuiabá (R$ 143/@), de acordo com a Scot Consultoria. Entre os animais comercializados, 85% deles são produtos de FIV.

A receita geral ultrapassou R$ 10 milhões. “Vendemos touros para oito estados, com ênfase no Mato Grosso, Acre e Mato Grosso do Sul. Isso mostra que estamos no caminho certo, pois são nesses estados que estão os ‘boiadeiros’ mais exigentes. Além disso, registramos clientes que já compraram mais de 500 touros da nossa marca durante os últimos anos”, informa o médico veterinário Rodolfo Rodrigues da Cunha, um dos proprietários do criatório.

De acordo com o Banco de Dados da DBO, foi a segunda maior oferta da categoria no ano. “Essa demanda atual de touros é consequência da valorização do bezerro. Hoje, o bezerro bom é valorizado porque o invernista precisa de eficiência nos animais de reposição e isso só acontece quando se tem animais melhorados geneticamente”, avalia Rodolfo.

Com 62 anos de seleção na raça Nelore com foco na produção, a grife Aliança pertence à família Rodrigues da Cunha e é uma das maiores vendedoras de touros registrados do Brasil.

A organização do evento foi da Estância Bahia Leilões e transmissão do canal Terraviva. O martelo teve o comando do leiloeiro Adriano Barbosa, com captações dos lances para pagamentos em 40 parcelas. Para os megalotes, a opção foi em 50 parcelas.

“Foi no nosso leilão que surgiu a ideia do megalote, o que agrada tanto o comprador pelas condições em 50 parcelas com isenção da comissão, e também o vendedor, já que a maior dificuldade de se vender 1.000 touros em uma única tarde é o tempo”, explica Rodolfo Rodrigues da Cunha.

OUÇA: o leiloeiro Adriano Barbosa comenta sobre o Leilão Aliança

 

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Conteúdo original Revista DBO