Troca de boi por bezerro piora e afasta pecuarista do mercado de reposição

Dados do Imea mostram que em Mato Grosso o bezerro subiu 27,5%, no comparativo anual

Ao analisar melhor os números atuais sobre a relação de troca boi gordo versus bezerro, sabe-se o motivo da preocupação atual de recriadores e invernistas brasileiros, que se mostram bastante comedidos nas compras de gado de reposição para seus plantéis e/ou fechá-los em sistemas de engorda intensiva (semi-confinamento e confinamento).

Dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que o valor do bezerro do ano (12 meses) subiu 27,47% no comparativo anual, no Mato Grosso, para R$ 1.741,80/cabeça, em média, ante o preço de R$ 1.366,42 verificado há um ano.

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Por sua vez, os preços do boi gordo no Estado tiveram elevação inferior no intervalo de um ano, subindo 21,7%, para R$ 169,98/@, versus R$ 139,62/@ registrado em igual período do ano passado.

“Mesmo com a aproximação da seca, esta atual conjuntura é uma das principais preocupações para o confinamento em 2020, o que pode afetar a oferta de animais no segundo semestre”, avaliam os economistas do Imea.

Ainda segundo o instituto, o avanço nos preços da reposição reflete “o aumento nos abate de fêmeas em anos passados e, consequentemente, a menor oferta de bezerros”.

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Conteúdo original Revista DBO