[full-banner-1170-x-134-home-geral1]

Uma “rede social” para a gestão pecuária

Plataforma Metryx usa inteligência artificial para reunir informações lançadas pela equipe da fazenda, processá-las e sugerir soluções

Rodrigo Gonçalves, professor da Facamp, testa a ferramenta, na Fazenda Água Boa, em Jaraguari, MS.

Por Ariosto Mesquita

Tomando como base o fluxo de dados nas redes sociais clássicas, o engenheiro da computação Rodrigo Gonçalves, professor de Inteligência Artificial e Programação Avançada das Faculdades de Campinas (Facamp), desenvolveu uma nova ferramenta de gestão, dinâmica e participativa, para facilitar a comunicação entre membros da equipe da fazenda, além de fornecedores.

O modelo, batizado de Metryx (nome do produto e da empresa da qual Gonçalves é sócio), permite que as informações postadas por funcionários de todos os setores (escritório, almoxarifado, campo, consultoria, máquinas, proprietário, revendedores de insumos etc) ajudem a alimentar uma plataforma digital. Com o tempo, o sistema vai consolidando o conhecimentos gerado, até o momento em que a inteligência artificial (IA) passa a sugerir ações, apontar erros e dar sugestões com base na realidade de cada setor.

Gonçalves explica que a IA funciona de forma a imitar o cérebro humano. “Nossa unidade básica de processamento é o neurônio, célula que recebe e processa sinais, gerando uma saída de informação para outras células neurais. Isso acaba formando uma rede de dados, que gera um fluxo desencadeador de uma ação, como levantar o braço, por exemplo. O que a gente faz é imitar o cérebro. Chamamos de ‘computação biologicamente inspirada’. Criamos uma rede neural artificial, que precisa receber informações para aprender”, diz ele. A previsão é de que o Metryx esteja disponível para uso dos pecuaristas até o início de 2021.

Como o Metryx aprende

O sistema, segundo Gonçalves, funciona dentro do modelo de inteligência artificial baseada em dados. “A gente fornece uma quantidade de informação, de exemplos, e faz com que o computador aprenda. A dificuldade é ter estes dados à disposição”, observa o professor. Diante dessa limitação, ele se espelhou na capacidade das redes sociais em captar informações e aprender sobre cada pessoa.

Para continuar lendo é preciso ser assinante.

Você merece este e todo o rico conteúdo da Revista DBO.
Escolha agora o plano de assinatura que mais lhe convém.

Invista na melhor informação. Uma única dica que você aproveite pagará com folga o valor da assinatura.

Se já é assinante, entre com sua conta

Você precisa adquirir uma de nossas assinaturas.
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no pocket
Pocket
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no skype
Skype
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no pocket
Pocket
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no tumblr
Tumblr
Compartilhar no print
Print

Veja também: