USDA reduz projeção para estoques de milho em 2020/21

Em seu relatório mensal, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos estimou as reservas ao fim de 2020/21 em cerca de 34 milhões de toneladas
Foto: Pixabay

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu nesta sexta-feira (9/4) sua projeção para estoques domésticos de milho. Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o USDA estimou as reservas ao fim de 2020/21 em 1,352 bilhão de bushels (34,34 milhões de toneladas), em comparação a 1,502 bilhão de bushels (38,15 milhões de toneladas) projetados no mês passado. Analistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam um número levemente menor, de 1,346 bilhão de bushels (34,19 milhões de toneladas).

As reservas de soja nos EUA ao fim da temporada 2020/21 foram mantidas em 120 milhões de bushels (3,27 milhões de toneladas). Os analistas esperavam 119 milhões de bushels (3,24 milhões de toneladas).

Quanto ao trigo, a estimativa do USDA passou de 836 milhões para 852 milhões de bushels (22,75 milhões para 23,19 milhões de toneladas). O mercado projetava um aumento menor, para 849 milhões de bushels (23,11 milhões de toneladas).

O USDA elevou sua projeção para estoques mundiais de soja de 83,7 milhões para 86,9 milhões de toneladas, enquanto os analistas previam estabilidade. Para o milho, a estimativa foi reduzida de 287,7 milhões para 283,9 milhões de toneladas. O mercado esperava uma redução para 284,9 milhões de toneladas. As reservas globais de trigo passaram de 301,2 milhões para 295,5 milhões de toneladas, enquanto os analistas projetavam um aumento para 301,7 milhões de toneladas.

Brasil e Argentina

A previsão para a safra de soja no Brasil em 2020/21 foi elevada de 134 milhões para 136 milhões de toneladas. Os analistas esperavam um aumento menor, para 134,4 milhões de toneladas. A projeção para a Argentina foi mantida em 47,5 milhões de toneladas, enquanto o mercado esperava 46,8 milhões de toneladas.

O USDA manteve sua estimativa para a produção de milho no Brasil, em 109 milhões de toneladas. A expectativa do mercado era de uma redução para 108,3 milhões de toneladas. A projeção para a safra da Argentina foi cortada de 47,5 milhões de toneladas para 47 milhões de toneladas, enquanto analistas previam uma redução para 46,8 milhões de toneladas.

 

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