MG: vacinação contra a febre aftosa tem balanço positivo

Mais de 350 mil produtores rurais imunizaram cerca de 24 milhões de animais nos rebanhos mineiros, informa o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)

Minas alcançou índice médio de 97,6% de bovinos e bubalinos vacinados contra a febre aftosa. A campanha teve início em 1º de maio e o período foi prorrogado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para 18/06, em razão do enfrentamento da Covid-19.

Mais de 350 mil produtores rurais imunizaram cerca de 24 milhões de animais nos rebanhos mineiros. O balanço positivo da campanha é resultado do compromisso dos pecuaristas somado a iniciativas do Governo de Minas.

A declaração da vacinação realizada pelos pecuaristas ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), teve o prazo estendido até 28 de junho. Esses dados foram analisados diariamente pela Gerência de Defesa Sanitária Animal (GDA), por meio do Sistema de Defesa Agropecuária (Sidagro).

O coordenador estadual do Programa de Vigilância para a Febre Aftosa e fiscal do IMA, Natanael Lamas Dias, atribui o sucesso da vacinação ao comprometimento do produtor e ao gerenciamento da campanha.

“Apesar da pandemia, o alto índice alcançado confirma o cuidado do produtor rural com a sanidade do seu rebanho. Todas as regiões do estado fecharam com índices acima de 90%, atendendo ao planejado pelo programa de vacinação contra febre aftosa. Porém, tivemos problemas pontuais em alguns municípios”, pondera.

Os municípios mineiros cujos índices de cobertura ficaram abaixo da média são: Santana dos Montes, Catas Altas, Itabirito, Mariana, Ouro Preto, Caeté, Sabará, Santa Luzia, Piedade de Caratinga, Bugre, Imbé de Minas, Ubaporanga, Coronel Fabriciano, Ipatinga, Timóteo, Chapada do Norte, Conceição do Mato Dentro, Congonhas do Norte, Presidente Kubitschek, Serra Azul de Minas, Mamona, Jaíba, Matias Cardoso, Nova Porteirinha, São João das Missões, Iamim, Padre Carvalho, Varzelândia, São Gotardo, Novo Cruzeiro, Setubinha e Itaipé.

Guaraciaba Santana, fiscal do IMA e responsável pelo levantamento dos dados no Sidagro, lembra que a GDA monitorou diariamente a campanha em todo o estado.

“Um fator muito importante para o desempenho da campanha é a conscientização do produtor rural aliada a divulgação dos prazos a serem cumpridos conforme legislação vigente”, observa.

O Governo de Minas, por meio da Seapa e sua vinculada IMA, realizou ações pontuais e estratégicas para divulgar a campanha em todas as regiões do estado.

Dentre os destaques, spots publicitários para rádios e vídeos informativos, além de posts nas redes sociais, cujos conteúdos informaram prazos, esclarecimentos e instruções sobre a vacinação contra a febre aftosa.

SAIBA MAIS | “Área livre de aftosa sem vacinação desafia a todos”, alerta o presidente do Fundesa

O Plano Estratégico de Retirada da Vacinação do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (PNEFA) tem como objetivo principal criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa, ampliando zonas livres da doença sem vacinação e protegendo o patrimônio pecuário nacional.

Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo com os esforços para a erradicação da doença na América do Sul.

Para realizar a transição de status sanitário, foram considerados critérios técnicos, estratégicos, geográficos e estruturais, que resultaram no agrupamento das Unidades da Federação em cinco blocos.

Minas Gerais pertence ao Bloco IV, na busca do novo status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação, juntamente com Bahia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e parte do Mato Grosso.

Atualmente, a imunização dos animais é fundamental para Minas manter o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa com vacinação, status concedido pela Organização Mundial de Saúde (OIE), e que mantém importantes acordos internacionais.

Fonte: Ascom IMA

Compartilhe
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

A aposta do Grupo Webler na cria

VEJA os destaques da edição de julho da Revista DBO; na capa, o Grupo Webler, forte em agricultura e pecuária, está dobrando a aposta na intensificação da cria em sua propriedade em Sapezal, no noroeste de Mato Grosso

A aposta do Grupo Webler na cria

VEJA os destaques da edição de julho da Revista DBO; na capa, o Grupo Webler, forte em agricultura e pecuária, está dobrando a aposta na intensificação da cria em sua propriedade em Sapezal, no noroeste de Mato Grosso

Publieditorial

Aprenda a produzir mais e melhor

O avanço da profissionalização na pecuária passa, necessariamente, pelo aprimoramento na gestão de equipes, assim como os resultados positivos

Aprenda a produzir mais e melhor

O avanço da profissionalização na pecuária passa, necessariamente, pelo aprimoramento na gestão de equipes, assim como os resultados positivos

2742961

Newsletters DBO

Os destaques do dia da pecuária de corte, pecuária leiteira e agricultura diretamente no seu e-mail.