Apresentado Por:

Cuidado com o estresse térmico: ele come seu lucro

Nelore não é imune ao calor; pode perder 110 g por dia em ambientes muito quentes. A saída é monitorar os animais por meio de escores e de um indicador de carga calor corporal

Acesse gratuitamente o conteúdo da Revista DBO Edição de Agosto

Cadastre-se gratuitamente e
acesse o conteúdo da
Revista DBO Edição de Agosto

Em razão da greve dos Correios, que se prolonga, com atraso na entrega da revista em algumas áreas do País, em respeito a leitores e anunciantes a DBO está liberando a todos o acesso à edição digital do mês de agosto. A edição estará disponível por 30 dias.

Já possui cadastro? Entre com sua conta:

Este post está disponível apenas para membros.
Compartilhe:

Continue depois da publicidade

Continue depois da publicidade

Nelore não é imune ao calor; pode perder 110 g por dia em ambientes muito quentes. A saída é monitorar os animais por meio de escores e de um indicador de carga calor corporal

Acesse gratuitamente o conteúdo da Revista DBO Edição de Agosto

Cadastre-se gratuitamente e
acesse o conteúdo da
Revista DBO Edição de Agosto

Em razão da greve dos Correios, que se prolonga, com atraso na entrega da revista em algumas áreas do País, em respeito a leitores e anunciantes a DBO está liberando a todos o acesso à edição digital do mês de agosto. A edição estará disponível por 30 dias.

Já possui cadastro? Entre com sua conta:

Este post está disponível apenas para membros.

Gostou? Compartilhe:

Mais Lidas

1.

Encontre aqui a consultoria ideal para sua fazenda

Vídeos em destaque

Mais Lidas

Colunistas

Desempenho dos leilões da ExpoZebu encorpa resultados de abril

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Animal com alto nível de estresse térmico, que pode reduzir bastante o ganho de peso no confinamento.

Por Denis Cardoso

O uso de ferramentas capazes de monitorar os efeitos do estresse térmico em animais confinados, inclusive da raça Nelore, começa a ganhar força no Brasil. “Muitos acreditam que o gado de origem zebuína é tão resistente ao calor que não apresenta queda de desempenho no cocho, mas isso não é verdade. Exemplos práticos mostram que as perdas podem chegar a 70-110 g/cabeça/dia. Além disso, há que se pensar no bem-estar dos animais, hoje uma demanda clara dos países importadores de carne bovina”, destaca o zootecnista João Paulo Bastos, da consultoria paulista Infinity, que oferece serviços de monitoramento de estresse calórico para confinamentos principalmente de SP, GO e MT, orientando-os.

A Infinity, estruturou protocolos para monitoramento e redução do estresse térmico para 178.000 animais em 2019, e 230.000 neste ano, compreendendo machos e fêmeas de diferentes raças, com idade entre 18 e 28 meses.

Fortes ondas de calor associadas à alta umidade do ar, radiação solar e velocidade do vento podem levar até a morte por hipertermia (quando a temperatura do corpo passa dos 40 ºC). Em países de clima temperado, onde prevalecem rebanhos com genética taurina, reconhecidamente menos tolerante ao calor, o emprego de técnicas para reduzir o estresse calórico é corriqueiro, conforme explica César Borges, gerente de desenvolvimento e soluções da Phibro Brasil.

“Na Austrália, obrigatoriamente, todos os confinamentos operam com um plano de contingência para eventuais registros de temperaturas extremas”, relata o zootecnista, que também relembra casos recentes de estresse calórico registrados na Argentina, no verão de 2019, quando centenas de animais taurinos morreram depois que a sensação térmica, em alguns pontos do país, ultrapassou os 45 °C.

Nos confinamentos do Brasil-Central, os bovinos enfrentam temperaturas acima de 40°C, em tempo integral, muitas vezes sem ter acesso à sombra, como os mantidos a pasto. Além disso, há grande diversidade genética nos piquetes de engorda (Nelore, anelorados, cruzados Angus), o que exige cuidado redobrado, devido à grande diferença de comportamento das raças em relação ao calor. Segundo João Paulo Bastos, a questão da “ambiência” deve ser vista como mais uma variável dos sistemas produtivos.

Leia este e outros conteúdos exclusivos da DBO, sendo nosso assinante.

Seja assinante e aproveite os conteúdos exclusivos da DBO

Faça sua assinatura:

Já tem uma assinatura DBO?
Entre na sua conta e acesse a Revista Digital:

Para acessar este conteúdo, você deve adquirir Assinaturas DBO - #CdC, Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Mensal, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - Parceria Rehagro, Assinaturas DBO, Assinaturas DBO - 26, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Anual, Assinaturas DBO - #CdC – Impressa + Digital, Mensal ou Assinaturas DBO - #CdC – Apenas Digital, Anual.