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A pequena notável (e rentável) da Bahia

Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, dobra a lotação ao investir no manejo correto dos animais em pasto rotacionado

Em 4 anos, lotação da Fazenda Nossa Senhora Santana passou de 1 UA/ha para 1,7 UA/ha

Por Denis Cardoso

Sem que fosse preciso investir em adubação e/ou irrigação, uma pequena fazenda de recria de fêmeas situada no interior da Bahia, com apenas 202 hectares de área de pastagem, conseguiu quase que dobrar a lotação no período de quatro anos – de 1 UA (Unidade Animal) para 1,7 UA –, o que lhe permitiu mais que triplicar a lucratividade, saltando de R$ 630/ha por ano, na safra 2018/2019, para R$ 2.000/ha/ano, em 2021/2022.

“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

Sob orientação de Oliveira e do consultor Raphael Pimenta, também da Rehagro, a propriedade citada acima é a Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, pertencente ao pecuarista Márcio Carvalho Goes. Com área total de 217 hectares, a fazenda possui apenas dois funcionários fixos – Agnaldo Dias Moutinho e Tiago Moutinho –, que, seguindo o perfil de uma empresa familiar, são encarregados de executar diferentes tarefas de rotina, desde o conserto de cercas até a apartação e manejo sanitário do rebanho.

Porém, uma das funções exercidas pelos dois vaqueiros ajuda a explicar os avanços na lotação e, consequentemente, na lucratividade destacados acima. Trata-se do trabalho estratégico de observação criteriosa das áreas de pastagens que hoje são mantidas em sistema rotacionado, visando o controle da altura das plantas no momento de entrada e saída dos animais dos piquetes.

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Em 4 anos, lotação da Fazenda Nossa Senhora Santana passou de 1 UA/ha para 1,7 UA/ha

Por Denis Cardoso

Sem que fosse preciso investir em adubação e/ou irrigação, uma pequena fazenda de recria de fêmeas situada no interior da Bahia, com apenas 202 hectares de área de pastagem, conseguiu quase que dobrar a lotação no período de quatro anos – de 1 UA (Unidade Animal) para 1,7 UA –, o que lhe permitiu mais que triplicar a lucratividade, saltando de R$ 630/ha por ano, na safra 2018/2019, para R$ 2.000/ha/ano, em 2021/2022.

“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

Sob orientação de Oliveira e do consultor Raphael Pimenta, também da Rehagro, a propriedade citada acima é a Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, pertencente ao pecuarista Márcio Carvalho Goes. Com área total de 217 hectares, a fazenda possui apenas dois funcionários fixos – Agnaldo Dias Moutinho e Tiago Moutinho –, que, seguindo o perfil de uma empresa familiar, são encarregados de executar diferentes tarefas de rotina, desde o conserto de cercas até a apartação e manejo sanitário do rebanho.

Porém, uma das funções exercidas pelos dois vaqueiros ajuda a explicar os avanços na lotação e, consequentemente, na lucratividade destacados acima. Trata-se do trabalho estratégico de observação criteriosa das áreas de pastagens que hoje são mantidas em sistema rotacionado, visando o controle da altura das plantas no momento de entrada e saída dos animais dos piquetes.

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Sem que fosse preciso investir em adubação e/ou irrigação, uma pequena fazenda de recria de fêmeas situada no interior da Bahia, com apenas 202 hectares de área de pastagem, conseguiu quase que dobrar a lotação no período de quatro anos – de 1 UA (Unidade Animal) para 1,7 UA –, o que lhe permitiu mais que triplicar a lucratividade, saltando de R$ 630/ha por ano, na safra 2018/2019, para R$ 2.000/ha/ano, em 2021/2022.

“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

Sob orientação de Oliveira e do consultor Raphael Pimenta, também da Rehagro, a propriedade citada acima é a Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, pertencente ao pecuarista Márcio Carvalho Goes. Com área total de 217 hectares, a fazenda possui apenas dois funcionários fixos – Agnaldo Dias Moutinho e Tiago Moutinho –, que, seguindo o perfil de uma empresa familiar, são encarregados de executar diferentes tarefas de rotina, desde o conserto de cercas até a apartação e manejo sanitário do rebanho.

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Confira os destaques da seção ‘Giro Rápido’ da Revista DBO de maio

Em 4 anos, lotação da Fazenda Nossa Senhora Santana passou de 1 UA/ha para 1,7 UA/ha

Por Denis Cardoso

Sem que fosse preciso investir em adubação e/ou irrigação, uma pequena fazenda de recria de fêmeas situada no interior da Bahia, com apenas 202 hectares de área de pastagem, conseguiu quase que dobrar a lotação no período de quatro anos – de 1 UA (Unidade Animal) para 1,7 UA –, o que lhe permitiu mais que triplicar a lucratividade, saltando de R$ 630/ha por ano, na safra 2018/2019, para R$ 2.000/ha/ano, em 2021/2022.

“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

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“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

Sob orientação de Oliveira e do consultor Raphael Pimenta, também da Rehagro, a propriedade citada acima é a Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, pertencente ao pecuarista Márcio Carvalho Goes. Com área total de 217 hectares, a fazenda possui apenas dois funcionários fixos – Agnaldo Dias Moutinho e Tiago Moutinho –, que, seguindo o perfil de uma empresa familiar, são encarregados de executar diferentes tarefas de rotina, desde o conserto de cercas até a apartação e manejo sanitário do rebanho.

Porém, uma das funções exercidas pelos dois vaqueiros ajuda a explicar os avanços na lotação e, consequentemente, na lucratividade destacados acima. Trata-se do trabalho estratégico de observação criteriosa das áreas de pastagens que hoje são mantidas em sistema rotacionado, visando o controle da altura das plantas no momento de entrada e saída dos animais dos piquetes.

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Uma visão da pecuária norte-americana, é o tema da conversa da editora Maristela Franco com o zootecnista brasileiro Octávio Guimarães, que presta assistência a confinamentos nos EUA que trabalham com 700 mil cabeças/ano.

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Sem que fosse preciso investir em adubação e/ou irrigação, uma pequena fazenda de recria de fêmeas situada no interior da Bahia, com apenas 202 hectares de área de pastagem, conseguiu quase que dobrar a lotação no período de quatro anos – de 1 UA (Unidade Animal) para 1,7 UA –, o que lhe permitiu mais que triplicar a lucratividade, saltando de R$ 630/ha por ano, na safra 2018/2019, para R$ 2.000/ha/ano, em 2021/2022.

“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

Sob orientação de Oliveira e do consultor Raphael Pimenta, também da Rehagro, a propriedade citada acima é a Fazenda Nossa Senhora Santana, localizada em Itapé, município situado a 20 km de Itabuna, no Sul da Bahia, pertencente ao pecuarista Márcio Carvalho Goes. Com área total de 217 hectares, a fazenda possui apenas dois funcionários fixos – Agnaldo Dias Moutinho e Tiago Moutinho –, que, seguindo o perfil de uma empresa familiar, são encarregados de executar diferentes tarefas de rotina, desde o conserto de cercas até a apartação e manejo sanitário do rebanho.

Porém, uma das funções exercidas pelos dois vaqueiros ajuda a explicar os avanços na lotação e, consequentemente, na lucratividade destacados acima. Trata-se do trabalho estratégico de observação criteriosa das áreas de pastagens que hoje são mantidas em sistema rotacionado, visando o controle da altura das plantas no momento de entrada e saída dos animais dos piquetes.

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“Os excelentes resultados alcançados nessa propriedade comprovam que, mesmo em fazendas de pequeno porte, é possível almejar ganhos financeiros expressivos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologias de ponta”, relata o médico veterinário Danilo Augusto Ferreira de Oliveira, consultor da Rehagro, com sede em Belo Horizonte, MG, e responsável pela cobertura técnica na região Nordeste.

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Porém, uma das funções exercidas pelos dois vaqueiros ajuda a explicar os avanços na lotação e, consequentemente, na lucratividade destacados acima. Trata-se do trabalho estratégico de observação criteriosa das áreas de pastagens que hoje são mantidas em sistema rotacionado, visando o controle da altura das plantas no momento de entrada e saída dos animais dos piquetes.

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