Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição, em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano
Foto: Correa da Costa / Divulgação
Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP. Colaboração de Jayne Costa.
A oferta reduzida sustentou as cotações dos animais de reposição por bom tempo, levando à retenção de matrizes e, consequentemente, a uma maior produção de bezerros, o que, agora, está provocando queda nos preços desses animais. É o ciclo pecuário dando sinais de virada.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição (fêmeas e machos anelorados), em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano. Considerando-se somente fêmeas (vaca magra, novilha, bezerra de ano e à desmama), a queda foi de 16,9% e somente machos (boi magro, garrote, bezerro de ano e desmamado), de 15%.
No gráfico abaixo, é possível observar o comportamento das cotações por um período mais longo (janeiro de 2021 à primeira quinzena de novembro de 2022). O garrote foi a categoria que mais se desvalorizou nesse período (6%), principalmente em função da região Sudeste, onde o recuo foi de 8,7%. Já as cotações das categorias bezerro desmamado e de um ano caíram, em média, 5%.
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A oferta reduzida sustentou as cotações dos animais de reposição por bom tempo, levando à retenção de matrizes e, consequentemente, a uma maior produção de bezerros, o que, agora, está provocando queda nos preços desses animais. É o ciclo pecuário dando sinais de virada.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição (fêmeas e machos anelorados), em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano. Considerando-se somente fêmeas (vaca magra, novilha, bezerra de ano e à desmama), a queda foi de 16,9% e somente machos (boi magro, garrote, bezerro de ano e desmamado), de 15%.
No gráfico abaixo, é possível observar o comportamento das cotações por um período mais longo (janeiro de 2021 à primeira quinzena de novembro de 2022). O garrote foi a categoria que mais se desvalorizou nesse período (6%), principalmente em função da região Sudeste, onde o recuo foi de 8,7%. Já as cotações das categorias bezerro desmamado e de um ano caíram, em média, 5%.
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A oferta reduzida sustentou as cotações dos animais de reposição por bom tempo, levando à retenção de matrizes e, consequentemente, a uma maior produção de bezerros, o que, agora, está provocando queda nos preços desses animais. É o ciclo pecuário dando sinais de virada.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição (fêmeas e machos anelorados), em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano. Considerando-se somente fêmeas (vaca magra, novilha, bezerra de ano e à desmama), a queda foi de 16,9% e somente machos (boi magro, garrote, bezerro de ano e desmamado), de 15%.
No gráfico abaixo, é possível observar o comportamento das cotações por um período mais longo (janeiro de 2021 à primeira quinzena de novembro de 2022). O garrote foi a categoria que mais se desvalorizou nesse período (6%), principalmente em função da região Sudeste, onde o recuo foi de 8,7%. Já as cotações das categorias bezerro desmamado e de um ano caíram, em média, 5%.
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Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição (fêmeas e machos anelorados), em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano. Considerando-se somente fêmeas (vaca magra, novilha, bezerra de ano e à desmama), a queda foi de 16,9% e somente machos (boi magro, garrote, bezerro de ano e desmamado), de 15%.
No gráfico abaixo, é possível observar o comportamento das cotações por um período mais longo (janeiro de 2021 à primeira quinzena de novembro de 2022). O garrote foi a categoria que mais se desvalorizou nesse período (6%), principalmente em função da região Sudeste, onde o recuo foi de 8,7%. Já as cotações das categorias bezerro desmamado e de um ano caíram, em média, 5%.
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O leiloeiro rural Léo Lemes avalia que a oferta restrita segue sustentando os preços e mantém o mercado goiano aquecido mesmo durante o período de seca
Guilherme Jank, analista sênior de pecuária da Datagro, analisa a recente valorização da arroba, os impactos da cota chinesa e os fatores que podem influenciar o mercado do boi gordo nos próximos meses.
Por Alcides Torres Jr. – Engenheiro agrônomo e diretor-proprietário da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP. Colaboração de Jayne Costa.
A oferta reduzida sustentou as cotações dos animais de reposição por bom tempo, levando à retenção de matrizes e, consequentemente, a uma maior produção de bezerros, o que, agora, está provocando queda nos preços desses animais. É o ciclo pecuário dando sinais de virada.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, as cotações de todas as categorias de reposição (fêmeas e machos anelorados), em todos os Estados brasileiros, caíram, em média, 17,2%, entre janeiro e novembro deste ano. Considerando-se somente fêmeas (vaca magra, novilha, bezerra de ano e à desmama), a queda foi de 16,9% e somente machos (boi magro, garrote, bezerro de ano e desmamado), de 15%.
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