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Covid-19 paralisou demandas do Brasil na UE

Adidos agrícolas em Bruxelas falam sobre as mudanças estruturais vividas pelo bloco econômico e as negociações-chave para a carne bovina

Por Maristela Franco

Responsáveis pela promoção do agronegócio brasileiro no Exterior, usando sua expertise técnica para apoiar a abertura de novos mercados, articular parcerias e solucionar contendas comerciais, os adidos agrícolas brasileiros (28 em breve) estão presentes em 22 países, incluindo a Bélgica (capital Bruxelas), onde fica a sede da Comissão Europeia, órgão executivo da UE (União Europeia).

Devido à complexidade estrutural desse bloco econômico – que tem 27 Estados-membros, legislação prolífera e exigências técnicas crescentes –, os postos de Bruxelas talvez sejam alguns dos mais difíceis para os adidos. Os veterinários Guilherme Costa e Bernardo Todeschini, entretanto, encaram esse desafio com prazer. O primeiro exerce a função desde 3 de janeiro de 2019 e o segundo, desde 24 de janeiro de 2020, justamente quando se anunciou o primeiro caso de Covid-19 na Europa.

Ambos têm currículos invejáveis. Guilherme Costa atua há 39 anos na área de segurança alimentar. Foi diretor de negociações sanitárias e de acesso a mercados no Ministério da Agricultura, trabalhou 15 anos como assessor da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) e da OMS (Organização Mundial de Saúde); participou da missão do Brasil junto à OMC, em Genebra e foi o primeiro brasileiro a ocupar o cargo de presidente da Comissão do Codex Alimentarius.

Já Todeschini comandou o Serviço de Saúde Animal do Mapa por nove anos, foi chefe da Divisão de Defesa Agropecuária do órgão e superintendente federal de Agricultura em 2017 e 2019. Atuou como auditor em saúde animal (Panaftosa/OPAS) e em missões internacionais. É membro da Comissão do Código Sanitário para Animais Terrestres (OIE, 2018-2021).

Em Bruxelas, eles defendem os interesses do agronegócio brasileiro como um todo, mas dedicam especial atenção às negociações relativas à carne bovina, para que ocupe o lugar devido na “mesa do mundo”. Veja a seguir a entrevista que concederam à editora de DBO, Maristela Franco.

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