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Revista DBO | Dose maior de eCG melhora desempenho de primíparas

Experimento coordenado pela Unesp-Botucatu indica que esse hormônio pode compensar parcialmente o impacto do ECC baixo na taxa de prenhez da categoria

Por Carolina Rodrigues

A seleção para precocidade tem trazido gratas surpresas para os produtores. Dados do Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho (Gerar), relativos à estação de monta 2020-2021, mostram que as fêmeas desafiadas aos 14 meses (precocinhas) apresentam maior taxa de reconcepção do que as novilhas convencionais (24 meses): 57,7% ante 44,4%, uma diferença de 13 pontos percentuais.

“Isso mostra que a genética para precocidade é para as novilhas, mas ainda mais para as primíparas”, explica José Luiz Moraes Vasconcelos (o Zequinha), professor da Unesp-Botucatu e responsável pelos dados do Gerar.

Apesar do “gol de placa” dessas fazendas, ele lembra que o gargalo, para muitas delas, continua sendo a nutrição. Dados do Gerar mostram que um bom escore de condição corporal (ECC) é fundamental para se elevar a taxa de prenhez em primíparas, sejam elas precoces ou não. Quando se considerou, nas fazendas assistidas pelo Gerar, apenas fêmeas com ECC igual ou inferior a 2,5, o índice de prenhez foi de 38%, ante 54% das que tinham ECC 3 ou mais.

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