Abates no 1º semestre recuam ao menor patamar dos últimos 12 anos no Mato Grosso, informa Indea

Foram levados ao gancho 2,22 milhões de cabeças nos primeiros 6 meses do ano, com queda 11,5% sobre igual período de 2020, informa o Indea

O volume de bovinos abatidos nos primeiros seis meses deste ano no Mato Grosso atingiu o seu menor patamar no período semestral dos últimos 12 anos, informa a consultoria Agrifatto, com base em dados oficiais divulgados pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT).

No período de janeiro a junho de 2021, o Mato Grosso, responsável pelo maior rebanho bovino de corte do País, abateu 2,22 milhões de cabeças, uma queda de 11,5% sobre a quantidade registrada em igual período de 2020, de acordo com o Indea-MT.

Essa queda foi puxada pelas fêmeas, que tiveram resultado 19,6% menor em relação aos abates da categoria computados no primeiro semestre do ano passado, alcançando 943,67 mil cabeças.

Na avaliação dos analistas da Agrifatto, os novos números divulgados pelo Indea-MT foram surpreendentes.

“No começo do ano de 2021 já aguardávamos que a fase de retenção de fêmeas continuaria a ditar o “ritmo do jogo” da pecuária de corte brasileira. No entanto, a intensificação desse processo chega a ser surpreendente”, observaram os consultores.

No cenário nacional, compara a Agrifatto, a situação em relação ao comportamento dos abates é semelhante.

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Os dados preliminares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que o total de bovinos abatidos em frigoríficos SIF no Brasil ficou em 10,28 milhões de cabeças no primeiro semestre de 2021, 6,75% abaixo do volume obtido no mesmo período de 2020.

“Apesar do recuo menor em comparação aos números oficiais de Mato Grosso – fato que pode explicado pelo momento mais difícil enfrentados pelos frigoríficos menores –, o volume total de animais abatidos em frigoríficos SIF brasileiros é o menor dos últimos 17 anos”, ressalta a Agrifatto.

Na avaliação da consultoria paulista, os dados atuais sobre os abates no País “divergem dos números de escalas alongadas apontados pelos frigoríficos, visto que a falta de matéria-prima é factível”.

A suposição mais plausível para essa divergência, diz a Agrifatto, é que a capacidade das plantas frigoríficas está sendo reduzida consideravelmente para atender a uma oferta cada vez mais enxuta de animais terminados.

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