Estradão sem porteira para a arroba do boi

Ano começa com a certeza de que haverá retenção de fêmeas e frigoríficos com maior dificuldade para se abastecer

“Preços firmes da arroba e cenário positivo para os próximos meses.” Assim o médico veterinário  Hyberville Neto, analista da Scot Consultoria, define o que pode ocorrer no mercado de compra e venda de gado para abate.

Daqui para a frente, a indústria frigorífica não deve ter a facilidade que vinha encontrando para comprar com folga os cerca de 44 milhões de bovinos prontos para o abate. A cada safra, é esse volume de bois que tem coberto a necessidade para manter as unidades em funcionamento.

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Um dos cenários dados como certo é que a participação de fêmeas no abate total dos frigoríficos tende a ser menor. Isso ocorre por conta da valorização da cria e do atual aumento do preço da arroba. “À medida que se entra na safra o cenário será de retenção de animais, de menos fêmeas disponíveis”, afirma Neto.

Mercado em retomada

De acordo com o consultor, nas duas primeiras semanas de 2020, a tendência é de retomada de negociações por parte dos pecuaristas, embora a demanda permaneça fraca. Essa demanda está abaixo do desempenho de dezembro.

Por parte da indústria frigorífica, a busca por boiadas já começou. Porém, sem muita avidez. “Mas quando acontece é positivo para os preços, embora em volume pequeno”, afirma Hyberville.

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Conteúdo original Revista DBO