China deve continuar guiando exportações de carne suína do Brasil em 2021, projeta o Rabobank

Segundo banco, o gigante asiático está começando a recuperar seu plantel de suínos, mas a produção ainda está bem abaixo do pico pré-peste suína africana

As compras da China, que ainda se recupera da peste suína africana (PSA, na sigla em inglês), devem continuar impulsionando as exportações e as margens do setor de carne suína do Brasil em 2021, projeta o Rabobank. O gigante asiático está começando a recuperar seu plantel de suínos, mas a produção ainda está bem abaixo do pico pré-PSA, e outros exportadores também têm sido prejudicados pela doença, como lembrou o analista Wagner Yanaguizawa. “A peste segue ativa na China, mesmo com queda nos casos. E também está no sudoeste da Ásia – Filipinas, Vietnã, Cingapura – e, também na Europa, especialmente na Alemanha”, disse ele no evento Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro 2021.

Com isso, o Brasil, que ainda está livre da doença, ganha mais chance de exportar para os chineses. A expectativa do Rabobank é que os embarques brasileiros subam 6% no ano que vem, para 1,2 milhão de toneladas. A produção deve subir 2,5%, para 4,2 milhões de toneladas; e o consumo doméstico deve avançar 1,2%.

A produção de carne suína da China deve ter crescimento expressivo em 2021, de 12%, segundo o banco, para 42,6 milhões de toneladas. Mas mesmo assim, a demanda do país deve continuar forte, já que o avanço em 2021 será em comparação com um ano de 2020 muito fraco. “Este ano foi o de menor produção de carne suína da China dos últimos 16 anos. A queda foi forte”, diz Yanaguizawa.

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Sou pecuarista e esse frigorífico é meu

Leia a Revista DBO que encerra o ano de 2020. Ela conta a mais nova façanha da Cooperaliança, a primeira cooperativa a verticalizar a cadeia da carne bovina, além de trazer outras 25 reportagens e artigos.

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