Dia a dia do mercado pecuário em 29 de abril

Semana começa em clima de expectativa no mercado do boi gordo. Veja notícias desta segunda feira.
Ilustração: Edgar Pera

Arroba recua mais um pouco na praça paulista, diz FNP

Confirmando a tendência apontada pela manhã por outras consultorias de mercado, analistas da Informa Economics FNP apuraram queda de preço do boi gordo nesta segunda-feira em São Paulo, segundo boletim divulgado nesta tarde.

A arroba é negociada na região Noroeste do Estado a R$ 158, a prazo (30 dias para pagamento).

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“A pressão de frigoríficos maiores para reduções nos preços vem exercendo forte influência nos negócios. Contudo, as indústrias de pequeno porte ainda estão negociando a valores próximos aos patamares de algumas semanas atrás, pela necessidade de compor escalas de abate”, relata a FNP.

Frigoríficos monitoram o atacado e escalas de abate sobem, aponta Agrifatto

Neste início de semana, os frigoríficos brasileiros devem monitorar o escoamento do atacado e aguardar a virada do mês para expandir seus estoques”, prevê a consultoria Agrifatto.

Nesta quarta-feira, o feriado do Dia do Trabalho deve aumentar pontualmente o consumo de carne bovina, mas não deve impactar significativamente o mercado atacadista, na avaliação da consultoria.

“Além disso, o feriado retira os pecuaristas do mercado e, por isso, a maioria das indústrias não abaterá animais”, observa. Com isso, as escalas devem passar por encurtamento pontual, porém não deve ser suficiente para segurar os preços caso a oferta de animais aumente.

Nas praças levantadas pela Agrifatto, a média das escalas das indústrias fechou a semana em 8,1 dias, maior quantidade desde novembro de 2018.

Indústria trabalha com cautela na compra do boi, relata consultoria FCSTone

O mercado do boi gordo inicia a semana estável, de acordo com o monitoramento diário da INTL FCStone, de Campinas, SP.

“O mercado se apresenta com uma maior disponibilidade de animais para abate, uma vez que os pecuaristas optam por ofertar mais a boiada devido à expectativa do fim do período chuvoso, o que resultará em perda de condição de suporte das pastagens”, avalia Caio Toledo, consultor em gerenciamento de riscos da INTL FCStone.

No entanto, continua Toledo, as programações de abate dos frigoríficos apresentam-se “alongadas, atendendo em média de 7/8 dias na praça de SP, o faz a indústria a se posicionar com cautela no mercado de compras, aguardando um posicionamento mais claro da demanda”.

Mercado de boi em compasso de espera

O mercado brasileiro do boi gordo abre a semana em “compasso de espera”, segundo avaliação desta segunda-feira da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP.

Na sexta-feira, o Indicador do boi gordo Esalq/B3 registrou ligeira queda diária de 0,67%, para R$ 156,10/@, à vista, em São Paulo, repetindo a tendência baixista dos dias anteriores.

Porém, na visão de analistas da Scot, no início de maio o mercado pode ganhar um pouco de força, influenciado pela expectativa de uma demanda de carne mais aquecida (pagamento de salários) e também pelos estoques mais moderados nas indústrias, em função da interrupção dos abates no feriado do dia 1º de maio.

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Conteúdo original Revista DBO