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É preciso apostar na mineralização das vacas para saltos em produtividade

Dados da Asbram relativos à comercialização da “linha branca” mostram deficiência na suplementação de matrizes


O levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram), realizado recentemente, apontou queda gradativa nas vendas da chamada “linha branca”, os sais minerais prontos para uso, que, em 2018, respondem por 46% do total comercializado, ante 56% registrado em 2005. Embora os dados indiquem maior aporte nutricional em dois segmentos importante da atividade (recria/engorda), eles mostram pouca atenção no que diz respeito às vacas, já que essa é a categoria animal que mais consome sal pronto e sal com ureia. Em resumo, as matrizes não vêm sendo devidamente mineralizadas, o que afeta o desempenho das mesmas e compromete o potencial de produtividade da pecuária de corte.

No balanço, que também apresentou números do fosfato bicálcico, principal fonte de fósforo para sais mineiras e um dos nutrientes que mais limitam o potencial reprodutivo das matrizes, há discrepância das vendas dessa importante matéria-prima, que tem se mantido regular, no comparativo com crescimento do plantel, em ascendência ano a ano. Em matéria da Revista DBO de Abril, a editora Maristela Franco, fala sobre a importância da mineralização para melhor produtividade da pecuária a partir desta categoria animal, com dicas valiosas sobre a suplementação a pasto dadas por Sergio Morgulis, conselheiro da Asbram. “Sal não é tudo igual e as vacas não sabem quanto comer”, alerta ele.

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