Exportações de carne suína de SC crescem 51% em maio

Estado é responsável por quase 60% das vendas brasileiras da mercadoria
Foto: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural SC

O faturamento com os embarques de carne suína no estado de Santa Catarina passou de US$77,9 milhões no mês de maio. Os números representam uma alta de 51% em relação ao mesmo período de 2018. Ao todo, o Estado embarcou 37,8 mil toneladas do produto no último mês, 39,8% a mais do que mesmo período do ano passado.

+Portos da China ficam quase sem espaço para estocar carnes importadas

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Santa Catarina é hoje responsável por quase 60% das exportações brasileiras de suínos. “Hoje, Santa Catarina tem acesso aos mercados mais exigentes do mundo, o setor agropecuário é o carro chefe da nossa economia, gerando emprego e renda ao longo de toda a cadeia produtiva. A alta nas exportações mostra que estamos no caminho certo, porém temos grandes desafios e oportunidades pela frente”, destaca o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

No acumulado do ano até maio, Santa Catarina embarcou 167 mil toneladas de carne suína, o que gerou receita de US$ 319,8 milhões. Na comparação com o mesmo período de 2018, o crescimento foi de 40,4% no volume e de 34% no valor.

Principais mercados

Em maio, os maiores compradores do produto catarinense foram China, Hong Kong, Chile, Rússia e Argentina, que juntos respondem por 80% das receitas obtidas. A nota da secretaria diz que o crescimento nas exportações do estado se deve à ampliação de importantes mercados, algumas altas passam de 100%, como é o caso do Chile (101,9%), Uruguai (120,4%) e Japão (428,3%) – um dos mercados mais exigentes do mundo.

No último mês, China e Hong Kong foram responsáveis por quase 60% do total exportado por Santa Catarina.

Cenário mundial

Os casos de peste suína africana na China, Vietnã, Coréia do Norte e Camboja estão transformando o mercado da suinocultura mundial. “Isso traz uma grande oportunidade para o agronegócio brasileiro, que é fornecer alimento para esses países, principalmente para a China; porém exige de todos nós um cuidado ainda maior com a vigilância agropecuária para que uma doença como essa não chegue ao Brasil”, ressalta Gouvêa.

Vale lembrar que a contaminação com peste suína africana já levou à eliminação de 3,7 milhões de suínos em diversos países da Ásia, conforme dados atualizados da FAO.

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