Fiscalização agropecuária vai contar com uso de drones no Rio Grande do Sul

Conforme o coordenador do programa Sentinela, Francisco Lopes, serão utilizados seis equipamentos adquiridos pela Seapdr através de convênio com o Mapa

Oito servidores do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) estão participando de aulas teórico-práticas de um curso de pilotagem de drones no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

O objetivo do curso, que começou em outubro e tem duração de 80 horas/aula é capacitar os agentes para uso dos equipamentos para a vigilância agropecuária.

Os técnicos integram os programas Sentinela e Guaritas, que atuam na fronteira do Rio Grande do Sul com Uruguai e Argentina e também na divisa do estado com Santa Catarina e ficarão responsáveis por multiplicar o conhecimento com outros agentes envolvidos na fiscalização.

Conforme o coordenador do programa Sentinela, Francisco Lopes, serão utilizados seis equipamentos adquiridos pela Seapdr através de convênio com o Ministério da Agricultura.

SAIBA MAIS | Ministério da Agricultura regulamenta o uso de drones em atividades agropecuárias

“Foram adquiridos equipamentos robustos, de uso profissional e vão contribuir especialmente na fiscalização de propriedades”, afirma Lopes.

O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS custeou o curso, ministrado pelo professor Christian Bredemeier, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e também alguns acessórios para a utilização dos equipamentos.

“O Fundesa está contribuindo para a qualificação do Serviço Veterinário Oficial do estado e para a estruturação de material”, afirma o presidente do Fundesa-RS, Rogério Kerber. “O uso de drones será fundamental para monitorar locais de difícil acesso e em situações furtivas, para identificar algum descaminho ou irregularidade”, diz o presidente.

O passo seguinte às aulas práticas será a utilização de softwares para a análise das imagens coletadas pelos drones.

“Os softwares deverão ajudar a automatizar ações como a contagem de animais através das imagens”, explica Francisco Lopes.

Fonte: Ascom Fundesa / Thais D’Avila

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