Frigorífico olha para o mercado interno e pisa no freio o quanto pode

Mas os preços do boi gordo se mantiveram firmes na maioria das praças pecuárias neste início de semana, com algumas valorizações pontuais

Mais um dia de morosidade no mercado do boi gordo, com as indústrias frigoríficas assumindo uma posição mais cautelosa nos negócios, devido sobretudo ao ambiente de insegurança gerado pelo baixo apetite do consumidor interno, além de um estreitamento nas margens de venda da carne bovina.

Com os preços das bandejas de carne vermelha nas alturas,  os consumidores buscam proteínas alternativas mais baratas, como ovo, frango e cortes suínos. Diante disso, os frigoríficos seguram as ordens de compras de boiadas, temendo um acúmulo excessivo de estoques nas câmaras frias.

O período atual também é desfavorável para o consumo de alimentos mais caros (como a carne bovina), pois muitos os trabalhadores, teoricamente, já gastaram boa parte dos salários recebidos no início do mês. Também é preciso levar em consideração a própria crise econômica que assola o País, reflexo, em parte, da pandemia de Covid-19, que resultou em elevação no nível de desemprego e piora no poder aquisitivo de parte da população.

No entanto, nesta terça-feira (22/9), os preços do boi gordo se mantiveram firmes na maioria das praças pecuárias, com algumas valorizações pontuais registradas em regiões do Mato Grosso e do Rio de Janeiro, segundo levantamento diário da IHS Markit.

“Em meio a escassez de animais, algumas indústrias ainda pagam patamares elevados pela arroba, porém, encontram dificuldades para escoar a carne para os atacados, observando uma perda de margem entre os custos e o preço de venda dos cortes”, observa a consultoria.

Os frigoríficos exportadores, entretanto, conseguem administrar melhor a produção, uma vez que continuam elevando consideravelmente os vendas ao mercado internacional, com destaque para China.

Confira as cotações desta terça-feira, 22 de setembro, segundo dados da IHS Markit:

SP-Noroeste:

boi a R$ 251/@ (prazo)

vaca a R$ 241/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 242/@ (à vista)

vaca a R$ 234/@ (à vista)

MS-C. Grande:

boi a R$ 245/@ (prazo)

vaca a R$ 234/@  (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ [email protected] (prazo)

vaca a R$ [email protected] (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 233/@ (prazo)

vaca a R$ [email protected] (prazo)

MT-Tangará:

boi a R$ 235/@ (prazo)

vaca a R$ 221/@ (prazo)

MT-B. Garças:

boi a R$ 236/@ (prazo)

vaca a R$ 225/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 232/@ (à vista)

vaca a R$ 221/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 227/@ (à vista)

vaca a R$ 215/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 246/@ (prazo)

vaca R$ 236/@  (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 237/@ (prazo)

vaca a R$ 229/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 241/@ (à vista)

vaca a R$ 231/@  (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 249/@ (prazo)

vaca a R$ 235/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 249/@ (prazo)

vaca a R$ 237/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 256/@ (à vista)

vaca a R$ 250/@ (à vista)

RS-Porto Alegre:

boi a R$ 209/@ (à vista)

vaca a R$ 201/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 209/@ (à vista)

vaca a R$ 201/@ (à vista)

PA-Marabá:

boi a R$ 250/@ (prazo)

vaca a R$ 244/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ [email protected] (prazo)

vaca a R$ 244/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 247/@ (prazo)

vaca a R$ 238/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 247/@ (prazo)

vaca a R$ [email protected] (prazo)

TO-Gurupi:

boi a R$ 243/@ (à vista)

vaca a R$ 233/@ (à vista)

RO-Cacoal:

boi a R$ 240/@ (à vista)

vaca a R$ 229/@ (à vista)

RJ-Campos:

boi a R$ 242/@ (prazo)

vaca a R$ 227/@ (prazo)

MA-Açailândia:

boi a R$ 245/@ (à vista)

vaca a R$ 225/@ (à vista)

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