Goiás aprova R$ 56,7 milhões do FCO para modalidade rural

Montante foi aprovado para financiamento após análise pela Seapa e deve contemplar 60 propostas de produtores de 37 municípios
Foto: Larissa Melo/Seapa

A Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Goiás (CDE/FCO) aprovou nesta quinta-feira (15/4), em reunião mensal, mais R$ 56,7 milhões do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) para a modalidade rural. O montante deve contemplar 60 cartas apresentadas para obtenção do crédito, que foram analisadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), segundo nota da secretaria.

De janeiro a abril, o CDE já aprovou 152,4 milhões do FCO para o setor rural: R$ 40 milhões em janeiro, R$ 21,2 milhões em fevereiro e R$ 34,5 milhões em março, além dos recursos deste mês.

Superintendente Donalvam Maia e secretário da Retomada, César Moura, participam da reunião do FCO. Foto: Seapa

O governo de Goiás é responsável pela análise técnica de cartas-consulta de valor igual ou superior a R$ 500 mil para financiamentos rurais com recursos do FCO, segundo a Seapa. Cartas com valor inferior não precisam de aprovação do CDE. Para 2021, está previsto aproximadamente R$ 1 bilhão para o segmento rural do FCO, além dos recursos de FCO Rural para os municípios que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

Metade do dinheiro de abril será destinado a pequenos produtores (50%), enquanto a outra metade deve beneficiar produtores classificados como pequenos-médios (40%), médios (9%) e mini (1%). Em relação às atividades, 64% do total aprovado irá para investimentos na produção de soja e milho e 36% para a bovinocultura. Os itens financiados incluem recursos para máquinas e implementos, benfeitorias, pastagens, matrizes e reprodutores.

Apesar de a maioria das propostas buscarem crédito para a produção de grãos e criação de bovinos, o Estado pode financiar avicultura, suinocultura, entre outras áreas.

Ao todo 37 municípios tiveram propostas aprovadas. Piranhas aparece com o maior número de cartas, cinco, seguido por Rio Verde, com quatro cartas.

“Quando olhamos a variedade de regiões contempladas, vemos o quanto esses recursos também devem contribuir para a premissa do desenvolvimento regional. De norte a sul do Estado, há propostas para investimentos”, disse em nota o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto.

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