Ministério da Agricultura monitora nuvem de gafanhotos que está na Argentina, próxima ao RS

Informações do Senasa diz que, apesar de estar próxima ao território gaúcho, a nuvem de gafanhotos deve seguir em direção ao Uruguai
Foto: Reprodução

O Ministério da Agricultura informou em nota nesta terça, 23 de junho, que está monitorando uma nuvem de gafanhotos que está próxima à fronteira da Argentina com o Brasil, na altura do Estado do Rio Grande do Sul. A pasta disse que recebeu informações do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) sobre a nuvem de gafanhotos da espécie Schistocerca cancellata, que, apesar de estar próxima ao território gaúcho, deve seguir em direção ao Uruguai.

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Considerando a proximidade com a região fronteiriça do Brasil, o Ministério da Agricultura emitiu alerta para as Superintendências Federais de Agricultura, com vistas aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas as medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região, em especial no Estado do Rio Grande do Sul, para a adoção eventual de medidas de controle da praga caso esta nuvem ingresse em território brasileiro“, informa a nota do ministério.

De acordo com a Coordenação-Geral de Proteção de Plantas do Mapa, as autoridades fitossanitárias brasileiras estão em permanente contato com os seus pares argentinos, bolivianos e paraguaios por meio do Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal – COSAVE, o que tem permitido um acompanhamento do assunto em tempo real, com o objetivo de adotar as medidas cabíveis para minimizar os efeitos de um eventual surto da praga no Brasil.

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Os gafanhotos estão presente no Brasil desde o século XIX e causou grandes perdas às lavouras de arroz na região sul do País nas décadas de 1930 e 1940. Desde então, tem permanecido na sua fase “isolada” que não causa danos às lavouras, pois não forma as chamadas “nuvens de gafanhotos”. Recentemente, voltou a causar danos à agricultura na América do Sul, em sua fase gregária (formação de nuvens).

Os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva na região estão sendo ainda avaliados pelos especialistas e podem estar relacionados a uma conjunção de fatores climáticos, como temperatura, índice pluviométrico e dinâmica dos ventos.

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Leia a Revista DBO que encerra o ano de 2020. Ela conta a mais nova façanha da Cooperaliança, a primeira cooperativa a verticalizar a cadeia da carne bovina, além de trazer outras 25 reportagens e artigos.

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