Peste suína avança na Ásia e eleva nível de preocupação sobre a doença

Rabobank diz que vírus é também uma ameaça para outras regiões além da asiática

Novos surtos da peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) registrados na Coreia do Sul, Filipinas e Timor-Leste, além da ameaça iminente de surgimentos de focos na Tailândia, ampliam consideravelmente nível de preocupação em relação à doença, alerta novo relatório de mercado divulgado nesta quarta-feira (2/10) pelo banco holandês Rabobank.

Ao mesmo tempo, ressalta o estudo, a ASF continua a se espalhar na China, Vietnã, Camboja, Laos e Mianmar. Dada a rápida disseminação da ASF, permanecem os riscos de que a doença se espalhe para outros países da Ásia e para outras regiões do mundo”, destaca.

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A perda do rebanho suíno na China é estimada em 50% nos primeiros oito meses de 2019, relata o Rabobank. Na avaliação da instituição, contudo, ritmo de redução do rebanho chinês provavelmente diminuirá devido às ações de controle da doença imposta pelo governo de Pequim. “Dessa forma, “esperamos que a perda no plantel chinês atinja 55% para o ano inteiro em 2019”, prevê o relatório.

Segundo o Rabobank, o declínio na produção de carne suína da China é mais lento do que o ritmo de perdas do rebanho registrado ao longo do primeiro semestre deste ano. “Esperamos uma queda de 25% na produção de carne suína para 2019 no país asiático”, estima.

Dado o declínio do rebanho de porcas, o suprimento de suínos em 2020 será menor que 2019, segundo o banco. “Estima-se uma queda adicional de 10% a 15% na produção de carne suína em 2020”.

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Conteúdo original Revista DBO