Rebanho de suínos cresce na China, mas estoques são baixos

Plantel cresceu 2% em novembro, ante a quantidade registrada no mês anterior

O rebanho de suínos da China cresceu 2% em novembro na comparação com o mês anterior, informa a agência Reuters, com base em comunicado do governo de Pequim. Trata-se do primeiro avanço mensal em um ano, segundo a reportagem.

Os dados de produção no país asiático têm sido acompanhados de perto pelo mercado, uma vez que o setor de suínos na China enfrenta atualmente uma grave e histórica crise sanitária, marcada pelo avanço da peste suína africana, que dizimou o seu rebanho de porcos.

O banco holandês Rabobank estimou que o plantel de suínos do país asiático será reduzido em 55% até o final deste ano.

Os preços da carne suína saltaram para níveis recorde na China, pressionando a inflação ao consumidor ao maior nível em quase oito anos.

Segundo a Reuters, o diretor do Departamento de Pecuária e Veterinária do Ministério da Agricultura, Yang Zhenhai, afirmou que a oferta de suínos “estará apertada antes do próximo feriado do Ano Novo Lunar, no final de janeiro, depois que o suprimento de suínos caiu drasticamente entre junho e agosto deste ano”.

No entanto, o aumento das importações e a liberação de carne de porco congelada das reservas estatais e de armazéns comerciais devem aumentar a oferta, enquanto os altos preços reduzirão o consumo, acrescentou a reportagem da Reuters.

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